sábado, 7 de dezembro de 2013

O Milagre da Fruta

 No Dia de S. Geraldo: Alunos da Sé recriam ‘Milagre da Fruta’.

Conta a lenda que, S. Geraldo  se encontrava muito doente, em Bornes, cercado o tugúrio onde se refugiara com os seus familiares, fugindo à neve que caía abundantemente por aquelas terra. Nos ardores da febre que o consumia, pede a um dos familiares que lhe traga algumas peças de fruta, para aplacar a sede e dar um pouco de alento ao seu debilitado corpo. Responde-lhe o seu criado que, naquele lugar e com aquele tempo invernoso, as árvores estavam despidas de folhagens e frutos. Poder-se-ia talvez encontrar ainda espalhadas pelo chão algumas castanhas e nada mais. A esta observação responde S. Geraldo: ”vai e procura!”. Então, por uma frincha da porta por onde entrava o regelante frio, o servo viu que as árvores, lá fora, ao redor do terreiro, estavam floridas e recheadas de belos frutos”.

 No dia 5 de dezembro os alunos dos 3º anos da EB 1 da Sé, representaram, na Sé Catedral de Braga, ”A Lenda da Fruta”, um dos relatos de milagres atribuídos a S. Geraldo, padroeiro da cidade de Braga, cumprindo assim uma tradição que conta já com vários anos.
Tendo como cenário a Sé Catedral- que estava repleta de crianças  os alunos,  apresentaram um trabalho que primou pela qualidade e espírito de entrega.

Ao alunos que frequentam as AEC’s ficaram responsáveis pela parte musical, (Canções e flauta) , ensaiados pela professora de Expressão Musical Elisabete  Gonçalves, e os meninos que não as frequentam ficaram responsáveis pela representação da peça, ensaiados pelas professoras titulares de turma Júlia Nogueira e Ivone Campos”.

A assistir a esta encenação esteve a vereadora da Educação e Cultura da Câmara Municipal de Braga, Lídia Dias, que dando  os parabéns a alunos e professoras, referindo  a importância e o valor  deste tipo de espectáculo, que  dignifica e dá a conhecer a escola pública e o património da cidade.

Esta foi uma forma de divulgar as tradições e o padroeiro da cidade de Braga, tornando a escola um foco de divulgação do património cultural.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Halloween

A Data de 31 de Outubro é mundialmente conhecida como "O dia das Bruxas ou Halloween", que é uma festa típica que acontece nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos

 A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Vem de uma tradição contraída do dia 1 de novembro, o Dia de Todos os Santos, é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro.

O nome é, na realidade, uma versão encurtada de "All Hallows' Even"(Noite de Todos os Santos), a véspera do Dia de Todos os Santos (All Hallows' Day). "Hallow" é uma palavra do inglês antigo para "pessoa santa" e o dia de todas as "pessoas santas" é apenas um outro nome para Dia de Todos os Santos, o dia em que os católicos homenageiam todos os santos. Com o tempo, as pessoas passaram a se referir à Noite de Todos os Santos, "All Hallows' Even", como "Hallowe'en", e mais tarde simplesmente "Halloween". O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis.



 As professoras de Inglês da EB1 da Sé comemoraram, no dia 31 de outubro o Halloween com as suas turmas. A professora Liliana Fernandes, realizou, com as turmas de 4º ano, um concurso de abóboras, na biblioteca da escola.
As turmas de 3º ano, orientadas pela professora Carina Oliveira, confecionaram doce de abóbora no refeitório.


quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Dia Mundial da Alimentação


Eventos como os de assinalar o Dia Mundial da Alimentação, são decisivos contributos de sensibilização e formação preventiva, para a temática da nutrição nas suas aprendizagens durante grande parte do percurso escolar nomeadamente no ensino
básico. Assim as turmas de 1º ano da EB1 da Sé, quiseram juntar-se às comemorações do Dia Mundial da Alimentação, realizando na cantina da Eb1 uma deliciosa espetada de fruta. Este já tradicional empenho em assinalar o Dia Mundial da Alimentação em meio escolar, para além da componente pedagógica e da educação para a saúde, assume ainda mais relevância, também socialmente, quando se vivem tempos, resultantes da austeridade que se abate sobre as famílias.

Visita à Quinta Pedagógica

Visita à Quinta Pedagógica Os alunos do 2º ano, das turmas D e E, da EB1 da Sé, fora, à Quinta Pedagógica para comemorar o Dia Mundial da Alimentação. A turma D foi para o ateliê da Expressão Plástica, onde fizeram uns saquinhos de Chá de cidreira e, nós alunos da turma E, fomos para o ateliê de cozinha. Para nos prepararmos para a confeção da marmelada, na cozinha, ouvimos
o Senhor Fernando Pinto que, nos falou sobre a roda dos alimentos e a importância de cada grupo de alimentos que a formam. Depois a D. Helena explicou-nos o que íamos fazer, um doce chamado marmelada. Então, lavamos as mãos, pusemos um avental, uma touca e uns manguitos, porque a cozinha é um local onde tem de haver muita higiene. A D. Helena disse-nos que íamos utilizar 6 kg de marmelos e 3kg de açúcar. Ela distribuiu, os marmelos partidos aos gomos, e nós tiramos a casca. Depois deitamos os gomos dos marmelos na panela, pusemos o açúcar por cima e a D. Helena colocou a panela no fogão. Enquanto os marmelos ficaram a cozer, nós acompanhamos a engenheira Ana Cristina numa visitamos à quinta. Aqui vimos legumes, hortaliça, árvores de fruta e muitos animais domésticos. Quando a visita à quinta terminou, fomos novamente à cozinha, onde a D. Helena ofereceu a cada menino uma caixinha, com a marmelada que fizéramos. Ainda estava quente! Nós agradecemos cantando uma canção sobre a alimentação. Adoramos a visita e aprendemos muita coisa. Texto elaborado pelo 2º E

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Desfolhada

                 
Ontem, dia 8 de Outubro terça-feira, os alunos da escola da Sé foram fazer uma desfolhada ao Museu dos Biscaínhos. A desfolhada foi organizada pelo Museu em parceria com a Raiz de Ouro. Foram vários professores e alunos dos 2º ano,3º e 4º anos.
Quando chegámos lá dirigimo-nos para o átrio, que fazia de eira e sentamo-nos e ouvir a responsável da Raiz de Ouro a explicar o que iríamos fazer durante a atividade. Falou-nos das tradições relacionadas com este trabalho agrícola que se realiza no outono. Também nos ensinou o que era um espigueiro.
 Depois fomos ansiosamente desfolhar o milho juntamente com idosos da Cruz Vermelha: primeiro tirámos as folhas, segundo arrancámos o milho do caule e terceiro colocámo-lo no cesto. Quem encontrasse o milho rei (que foi o caso de um menino do 3º ano) tinha que cumprimentar toda a gente presente. Foi giro ver isso!!!
 Em seguida cantámos, dançámos folclore e ouvimos músicas tradicionais tocadas por um grupo de um rancho folclórico de Braga.
 De seguida, deliciámo-nos com uns alimentos feitos com milho: pipocas, bolachas de canela e tostas com compota, confecionadas através métodos artesanais, com produtos provenientes da agricultura biológica, devidamente certificados.
 Entretanto os músicos começaram a tocar cavaquinho e nós dançámos folclore novamente e cantámos com os idosos. Que divertido!!! Despedimo-nos de todos e cumprimentámos os idosos presentes com um até breve.
 À saída visitámos uma cavalariça sem cavalos, mas com objetos utilizados antigamente por eles (freios, arreios, sela) e também vimos os trajes populares usados no rancho: o de namorados, dos padrinhos e de casamento. Eram muito bonitos e coloridos!
 Que tarde bem passada, que contribuiu para aumentar o nosso conhecimento sobre as desfolhadas, assim como das tradições e costumes relacionadas com elas!
 Elaborado por: Rafaela Prata, Maria João Apolinário e Bárbara Ramos - 4º H EB1 da Sé